terça-feira, 27 de março de 2012

Texto de Opinião

SÓ BEBER NÃO É SE DIVERTIR
Tiago Banik
Gazeta do Povo

Existem tantas preocupações que a sociedade coloca nas cabeças - as drogas, aids, assaltos, gravidez na adolescência - mas o que ela menos fala é das bebidas alcoólicas. Tirando a parte "se beber não dirija", eu não vejo campanhas para criançasé pré-adolescentes não beberem, e o pior, vejo muitos conseguindo o álcool de forma fácil.
Para começo de história: você chega na balada e vê um monte de menores de idade frequentando o ambiente, algo que deveria ser proibido. Aos poucos começam a beber de forma exagerada e o resultado dessa noite são vários adolescentes passando mal. O pior que não é só com os homens que acontecem isoo, existem muitas mulheres que terminam a noite dessa maneira.
Porém, eu não vou fingir que sou um santo. Já bebi e algumas vezes até passei do limite, mas depois eu tive totl consciência do meu erro e sabia que estava tendo uma atitude totalmente errada.
Eu não saí no outro dia postando fotos minha segurando garrafas, nem comentando nas redes sociais o "PT" que tive no dia anterior, ao contrário de algumas pessoas que tem orgulho de ter esssa atitude, de esquecer o que fez na noite. Para esses seres beber é uma grande maneira de mostrar como são descolados do resto da sociedade.
E não adianta dizer que você bebe apenas para ficar mais solto, pois usar essa "desculpa" quer dizer que você é um ser muito fraco que não é capaz de controlar o seu próprio corpo e precisa de uma substâcia para chegar no estágio de liberdade.
Bom, ainda bem que nunca fui levado por esses impulsos e que sempre tive a noção que posso me divertir sem beber, consigo dar risadas e dançar no outro dia, consigo acordar disposto para uma próxima noite...E eu ainda me pergunto: Será que o álcool é tão bom assim como a maioria fala?

Thiago Banik, ator e modelo
GAZ+. Gazeta do Povro.17 a 23 de março 12.

A partir da leitura do artigo, escreva um texto de opinião sobre os males que pode causar o uso do álcool nos adolescentes.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Mate-doce na Sala de Apoio

Texto Instrucional

Gênero textual muito presente na sociedade atual.
Está nas bulas de remédio, receitas de comidas e médicas, como usar aparelhos domésticos e eletrônicos, programas de computador, catálogos de produtos de beleza, etc.
A intenção é ensinar as pessoas a aprenderem a manusear, tomar corretamente remédios, fazer um pratos diferentes, embelezar-se, enfim, contribuir para nos ajudar em diferentes situações, inclusive, de emergência.
A linguagem deve ser clara e objetiva.
Habitualmente se usam verbos no modo imperativo(misture, coloque, adicione, torre, sirva), ou com verbos no infinitivo(servir, acompanhar, preparar, misturar, etc.).

Enquanto isso na sala de aula...

É segunda-feira, 19/03, os alunos saborearam um gostoso mate-doce com leite durante as aulas.

Receita de mate-doce

Ingredientes
- Erva-mate
- Açúcar
- Leite
- Canela
- Cravo
- Cuia para chimarrão
- Garrafa térmica

Modo de fazer
Coloque a erva-mate na cuia.
Torre o açúcar e acrescente o leite, a canela e o cravo.
Ferva em fogo baixo ao ponto de não ficar tão quente.
Coloque o líquido numa garrafa térmica para não esfriar.
Sirva na cuia previamente preparada.

Pode acompanhar pipoca salgada ou bolacha.

Hummmmm que delícia!

Para seu conhecimento...

O mate-doce é tradição nos Estados do Sul(Paraná, Santa Cartarina e Rio Grande do Sul).

Poder ser tomado com leite ou apenas se adoça a água, acrescentando-lhe canela, cravo, casca de laranja, hortelã.

É comum em algumas casas, substituir-se o café pelo mate-doce, acompanhado de pães com chimia(doce de frutas), bolachas, queijos e salames.

Antigamente as mães costumavam fazer mate-doce para as crianças, enquanto saboreavam chimarrão.
Era uma forma de mantê-los quietos, enquanto elas conversavam com as vizinhas e faziam bordados, crochê e tricô.

As adolescentes se encontravam na casa de uma colega para tomar mate-doce e rolava o maior bate-papo sobre os inocentes namoros e conquistas, tudo aos cochichos, pois as mães estavam sempre de olho.

Devido a vida moderna, esse costume anda meio esquecido por algumas famílias. E as adolescentes trocaram o mate-doce por refrigerante.

Para você ler

LENDA DA ERVA-MATE
Uma tribo indígena nômade se deteve nas ladeiras das serras onde nasce o Rio Tabay. Quando retomou seu caminho, um dos membros da tribo, um índio velho e cansado pelos anos, ficou refugiado na selva, na companhia de sua filha Yaríi, que era muito bonita. Um dia, chegou, ao esconderijo do velho, um homem que possuía uma pele de cor estranha e que se vestia com roupas esquisitas, a quem receberam com generosidade.

O velho ofereceu ao visitante uma carne assada de acuti, um roedor da região e um prato de tambu, que é preparado com uma larva de carne branca e abundante que os Guaranis criam nos troncos de pindó.

Conta a lenda que o visitante era um enviado do Deus do Bem, que quis recompensar tanta generosidade proporcionando-lhes algo que pudessem oferecer sempre aos seus visitantes e que poderia encurtar as horas de solidão às margens dos riachos onde descansavam. Para eles, fez brotar uma nova planta no meio da selva, que chamou de Yaríi, deusa que a protegia, e confiou seus cuidados a seu pai, Cáa Yaráa, ensinando-lhe a secar seus ramos ao fogo e a preparar uma iguaria que poderiam oferecer a todos os que os visitassem. Desde então, a nova planta cresce, oferecendo folhas e galhos para preparar o mate.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Erva-mate - acessado: 20/03/12

Amplie seu conhecimento através da pesquisa
- Origem da erva-mate.
- Ciclo da erva-mate no Brasil.
- Tipos de erva-mate.
- Plantação de erva-mate no seu município.
- Produção das ervateiras no município.

Produção de texto
A partir da pesquisa e discussão em sala de aula, escreva um resumo.
A seguir, apresente para seus colegas.

Entrevista
- Converse com seus avós, pais ou pessoas que você conhece sobre os costumes e tradições do tempo da juventude.
Apresente as conclusões para os colegas.

O histórico da erva-mate, você pode conferir no seguinte endereço:
http://www.museuparanaense.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=62

Avaliação
Produção de texto:resumo.

terça-feira, 13 de março de 2012

Produção de texto a partir de imagens








Plano de Ação
Disciplina: Língua Portuguesa
Profª Marina Niceia Cunha
Sala de Apoio - 9º ano

Conteúdo estruturante:
Discurso como prática social

Objetivo:
- Diferenciar texto verbal e não-verbal.
- Produzir textos a partir de imagens do cotidiano.

Leia com atenção as imagens.
1. Organize as imagens de acordo com sua criatividade.
2. Produza um texto narrativo ou história em quadrinhos a partir de sua leitura.
3. De um título.

Encaminhamento Metodológico
- Apresentação das imagens na TV pendrive ou no blog.
- Explicação sobre a utilização de imagens ou fotos para produção de textos.
- Comentário das imagens com os alunos.
- Discussão sobre texto verbal e não-verbal.
- Reescrita textual.
- Leitura do texto para os colegas.

Recursos:
- Fotos, blog, TVpendrive, cartazes,mural.

Expectativa de Aprendizagem
Espera-se que o aluno:
- Compreenda o que é texto verbal e não-verbal.
- Apresente coerentemente suas ideias ao produzir o texto.
- Utilize vocabulário adequado ao texto produzido.
- Utilize adequadamente os recursos linguísticos no texto como ponto, vírgula, interrogação, exclamação, etc.
- Compreenda e utilize os elementos responsáveis pela coesão e coerência do texto.

Fotos e imagens - Jardim - Profª Marina
A sugestão está disponível. Por favor, me de o crédito.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Lenda

A mulher que queria ser imortal
Em certa cidade havia, há muitos e muitos anos, uma velha e rica senhora que, atacada de estranha loucura, queria se tornar imortal. Quanto mais envelhecia, mais se apossava dela o medo da morte. Rezava todos os dias e todas as noites, pacientemente, e tanto pediu a Deus que lhe concedesse a graça de não morrer que acabou conseguindo mais ou menos o que queria.

Conseguiu-o para seu mal, como se viu mais tarde.

O caso foi que um dia sonhou que um anjo de asas cintilantes descia do céu. Ela se encolheu assustada, e, ao mesmo tempo, esperançosa. Seu quarto havia se enchido de uma radiante claridade, como se de repente se tivesse transformado numa opala gigantesca brilhando ao sol. E quando o anjo falou, todas as coisas que faziam algum rumor, dentro da noite, os grilos, as aves noturnas, os carros, as pessoas que passavam falando alto ou assobiando, tudo se calou, tomado de espanto, tudo ficou escutando a mensagem do céu.

E o anjo falou:

- O senhor Deus ouviu teus rogos. Ele manda te dizer que faças construir uma igreja. Durarás tanto quanto durar essa igreja.

Disse e desapareceu.

A velha senhora acordou sobressaltada, e nem pôde mais dormir o resto da noite, de tanta impaciência. Mal o sol espiou o quarto, pelas frestas da janela, a velha se levantou e saiu. Todos a viram muito ativa o dia todo, dando ordens, arranjando empregados, indo daqui para ali, à procura de arquitetos. À tarde, soube-se que ela havia mandado construir uma igreja de pedra.

– Para que uma igreja de pedra? – perguntavam, estranhando, pois as igrejas da cidade eram de tijolo e cal, e duravam bastante, apesar disso.

E ninguém sabia dar resposta.

O espanto da gente que habitava a cidade cresceu, quando se soube que aquela velhota maluca, em vez de ficar em casa, calmamente, recostada em gostosa cadeira de balanço, contando histórias ao netinhos, ia todos os dias fiscalizar a construção da igreja, incitando os pedreiros, aos gritos:

- Andem depressa com isso. Quero ver a igreja pronta, senão morro.

Os pedreiros abriam a boca, pasmados, sem entender patavina daquele mistério.

No dia em que a igreja ficou terminada, a velha senhora deu uma festa e viram-na brincar e rir, como se fosse uma menina. E desde então ela ria muito, seguidamente, e passava com um orgulhoso ar de posse, diante da igreja de pedra, magnífica e quase eterna: a sua vida de pedra.

Os anos foram se passando, morreram todos os velhos do lugar, e só ela permanecia firme. Quando lhe vinham contar a morte de alguém, ela casquinava um risinho assim: "Oh! Oh! Eh! Eh! Eh!", como se dissesse para si mesma: "Comigo isso não acontecerá".

Com o tempo, sua família foi se extinguindo. Morreram-lhe os filhos, os netos, os bisnetos e os netos de seus bisnetos. Ela foi ficando sozinha no enorme palácio vazio, velha, velha, enrugada, estranha, irreconhecível. Não tinha mais com quem falar, pois morreram todos os seus conhecidos. E os moços, cujo espanto não tinha limites diante daquela velhinha infinita, não queriam saber de prosa com ela e tinham até medo de vê-la. A mulher já não contava os anos um por um. Contava por séculos. Fez trezentos, quatrocentos anos e depois passou a ter cinco, seis, sete séculos. Então começou a desejar e a pedir a morte, espantada com sua medonha solidão.

Porém a sentença de Deus estava dada: "Duraria quanto durasse a igreja de pedra".

Logo se espalhou pela cidade que a velha senhora tinha arranjado outra mania. Sentava-se à porta do seu belo palácio, e perguntava aos que passavam:

- A igreja de pedra caiu?

- Não, minha senhora – respondiam eles, admirados. – Não cairá tão cedo.

E ela suspirava:

- Ah! Meu Deus!

Passavam-se os anos, e ela perguntava cada vez mais ansiosa:

- Quando cairá a igreja de pedra?

- Oh, minha senhora, quem pode saber quanto tempo durarão as pedras uma sobre as outras?

E todos tinham muita raiva e muito medo dela, pois fazia tais perguntas, além de cometer o desaforo de não morrer.

A velha senhora foi, por fim, à casa do padre, contou-lhe tudo e pediu que a deixasse ficar num caixão, dentro da igreja, esperando a morte.

Dizem que está ali até agora, e reza sem parar, todos os minutos de todos os dias, pedindo a Deus que a igreja caia.

Referêcias
http://ifolclore.vilabol.uol.com.br/lendas/gerais/g_mulherimortal.htm - acesso 08.03.12

segunda-feira, 5 de março de 2012

Alunos da Sala de Apoio à Aprendizagem

Turno: Matutino
9º Ano
Disciplina: Língua Portuguesa
Professora de Apoio: Marina Niceia Cunha
Professora Regente: Claci Laval

15 de março - início das aulas na Sala de Apoio à Aprendizagem, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

sábado, 3 de março de 2012

Poema aos meus alunos




Vocês são seres de inesgotável sabedoria.
Sabedoria do sorriso, do improviso, do inesperado
e, às vezes, de momentos que não sei explicar
quando me dizem - Bom-dia! Boa-tarde! Oi, Profe!
Ou, apenas, me olham com olhar de quem já sabe - o espírito
da aula!
E aos poucos envergamos pela luta de suplantar as mesmices em busca
do saber maior, cujo objetivo é buscar o conhecimento incrustrado no dia a dia de quem de repente, nem sempre sabe a lição.
Mas que se dispõe a aprender desafios!

Sentei-me perto do meu pequeno jardim.
Minhas calopsitas bicavam aqui e ali a terra e as florezinhas.
E a borboletinha, de repente, voou, voou e levemente borboleteou na minha mão.
Jamais esperava que isso acontecesse.
Encantei-me!
Assim é a minha sala de aula.
Há momentos e encantos incomparáveis.
E situações inesperadas!