terça-feira, 7 de agosto de 2012

Proposta Pedagógica Curricular do Colégio Estadual de Marmeleiro

SALAS DE APOIO À APRENDIZAGEM

APRESENTAÇÃO

O Programa Salas de Apoio à Aprendizagem tem a finalidade de trabalhar no contraturno, as defasagens referentes à aquisição dos conteúdos nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.
As Salas de Apoio à Aprendizagem segue a Instrução N.007/2011-SUED/SEED, Instrução N.004/2011, Resolução N.1690/11-GS/SEED e Resolução N.2772/2011-GS/SEED através do programa de atividades curriculares complementares.


OBJETIVOS

Atender as defasagens de aprendizagem de crianças que frequentam o 6º ano e 9º ano do Ensino Fundamental.
  
 INDICAÇÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS - LÍNGUA PORTUGUESA

  6º ANO


ORALIDADE
- Reprodução oral de histórias, poesias, causos, experiências pessoais, programas de TV.
- Relato de filmes, desenhos, brincadeiras, jogos, histórias familiares e do cotidiano.
- Exploração de ritmo e rima das palavras.
- Transmissão oral de recados, avisos e informações.
- Domínio progressivo da linguagem padrão.
- Sequência lógica na exposição de ideias na narrativa.
- Dramatização e mímicas.
- Reprodução oral de textos informativos, poéticos, jornalísticos e publicitários.

LEITURA
- Leitura do professor para os alunos de textos informativos, jornalísticos, poéticos e publicitários.
- Leitura de trava línguas, fábulas e lendas.
- Leitura de avisos, bilhetes, receitas, bulas, cartas, cartazes e textos informativos em geral.
- Leitura de livros de literatura.
- Leitura de textos produzidos em parceria (professor e aluno).
- Leitura de textos produzidos coletivamente.
- Leitura de textos produzidos em dupla (aluno com aluno).
- Leitura de palavras significativas de um texto lido.
- Leitura de palavras no dicionário.
- Leitura com fluência, ritmo e pontuação.
- Reconhecimento de diferentes estilos de textos sobre o mesmo tema.
- Reconhecimento das ideias relevantes de um texto ouvido ou lido.
- Síntese das ideias principais de um texto lido.

ESCRITA
- Exploração de diferentes materiais escritos: nomes, rótulos, folhetos, calendários, livros de literatura, receitas, bulas, história em quadrinhos, letra de música.
- Representação pelo desenho de textos ou histórias lidas e/ou produzidas individual ou coletivamente.
- Produção coletiva de textos a partir de um texto lido ou ouvido.
- Tentativas livres de produção.
- Exploração da escrita, estabelecendo relações diversas na palavra através da troca, acréscimo ou supressão de letras e sílabas.
- Domínio gradativo dos aspectos formais da escrita: sinais de pontuação, ponto final, exclamação, interrogação, dois pontos, reticências, travessão.
- Utilização de parágrafos, compreendendo sua função na organização do texto.
- Uso de letra maiúscula, correção ortográfica, acentuação, eliminação de redundâncias.
- Expansão de ideias.
- Utilização de discurso direto e indireto.
- Resumo de textos lidos.
- Reestruturação de textos, observando-se os aspectos formais que vão sendo trabalhados em sala de aula.

INDICAÇÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS – LÍNGUA PORTUGUESA
9º ANO

ORALIDADE
- Argumentação
- Adequação vocabular considerando o contexto de uso.
- Expressão das ideias com clareza e coerência.
- Fluência e entonação na leitura respeitando a pontuação do texto.

LEITURA
- Tema, tese, argumentos do texto.
- Intencionalidade presente no texto.
- Informações explícitas e implícitas no texto.
- Marcas linguísticas no texto: coesão, coerência, função das classes gramaticais, pontuação, recursos gráficos como aspas, travessão e negrito.
- Efeitos de sentido do uso da linguagem figurada.
- Finalidade de diferentes gêneros textuais.
- Relações intertextuais.
- Elementos gráficos (não-verbais) na compreensão do texto.
- Grau de formalidade da linguagem em diferentes textos.

ESCRITA
- Clareza e coerência atendendo aos propósitos comunicativos do gênero.
- Escrita conforme a norma padrão, utilizando as regras ortográficas e de acentuação vigentes.
- Sinais de pontuação em favor dos efeitos de sentido que pretende provocar com o texto.
- Concordância e a regência verbal e nominal.
- Marcas da oralidade na escrita de textos, excetuando-se as situações em que o texto permite/exigem que essas marcas estejam presentes.
- Elementos coesivos (pronomes, adjetivos, conjunções...), substituindo e/ou suprimindo palavras repetidas no texto.
- Elaboração de textos atendendo as situações de produção (gênero, interlocutor, finalidade, suporte, esfera de circulação).

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO

            A metodologia do trabalho parte da observação da realidade de cada aluno, uma vez que cada educando é um caso específico, por isso serão desenvolvidas atividades pedagógicas para superar as dificuldades apresentadas pelos alunos, tais como:
- Prática de leituras de diferentes gêneros textuais.
- Produção e reestruturação e reescrita de textos.
- Discussão sobre finalidade, fonte, interlocutor.
- Utilização de materiais gráficos diversos (fotos, gráficos, quadrinhos, charges, tirinhas) para interpretação de textos.
- Leitura de vários textos para observação das relações dialógicas.
- Análise dos recursos próprios da oralidade.

AVALIAÇÃO

Espera-se que o aluno:

- Realize leitura compreensiva de textos.
- Localize informações explícitas no texto.
- Emita opiniões a respeito do que leu.
- Utilize seu discurso de acordo com a situação de produção (formal, informal).
- Expresse suas ideias com clareza.
- Produza textos atendendo as circunstâncias de produção proposta (gênero, interlocutor, finalidade).
- Utilize os recursos linguísticos como o uso de pontuação e coesivos.
- Elabore argumentos básicos.
- Compreenda a finalidade e a intenção do texto.
 
Salas de Apoio

MATEMÁTICA

CONTEÚDOS PARA O 6º ANO

Números e Álgebras
- Sistema de numeração decimal.
- Classificação e seriação numérica.
- Números naturais.
- Número racional.
- Fração como representação associada a diferentes significados.
- Números racionais.
- Escrita decimal a partir do sistema monetário brasileiro

Grandezas e Medidas
- Unidades de medida convencionais.
- Unidades de medida padronizadas (Km/cm/mm, Kg/g/mg, l/ml).
 - Medida de tempo (dia e semana, hora e dia, dia e mês, mês e ano, ano e década, ano e século, década e século, hora e minuto, minuto e segundo), e leitura de calendário.
- Cálculo do perímetro.
 - Figuras planas (malhas quadrículas).

Geometrias
- Representação gráfica.
- Figuras bidimensionais.
- Poliedros e corpos redondos, figuras tridimensionais, planificações.
- Tratamento da Informação.
- Tabelas.
- Gráficos (particularmente gráficos de colunas).
- Gráficos, tabelas e textos para resolver problemas.

INDICAÇÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS MATEMÁTICA

9º ANO
 Números e Álgebra
- Potências e suas propriedades
- Radical aritmético e suas propriedades
- Notação Científica
- Conjuntos numéricos
- Reta numérica
 Grandezas e medidas
 - Cálculo de área de figuras planas
 - Cálculo de área de figuras compostas
 - Cálculo de volume
 Geometria
- Estudo do triângulo retângulo
- Teorema de Pitágoras
- Relações métricas no triângulo retângulo
- Razões trigonométricas
- Polígonos inscritos e circunscritos
     - Relações fundamentais da Trigonometria
Funções
- Equações do 1º e 2º graus
- Equações fracionárias e irracionais
- Sistemas de equações do 1º e 2º graus
- Inequação do 1º grau
- Noção de função
- Função Polinomial do 1º grau
- Construção de gráficos da função do 1º grau
- Função Polinomial do 2º grau
- Construção de gráfico da função do 2º grau
  Tratamento da Informação
- Noções elementares de Estatística
- Estudo das médias
- Análise de tabelas
- Análise de gráficos
- Conceito de população amostral e probabilidade

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO

            Os encaminhamentos metodológicos serão realizados observando a individualidade e o dispositivo na DCE, 2008 da disciplina de Matemática.
            Os conteúdos propostos devem ser abordados por meio de tendências metodológicas da Educação Matemática que fundamentam a prática docente das quais destacamos:
- Modelagem Matemática;
- Etnomatemática;
- Resolução de Problemas;
- Mídias Tecnológicas;
- História da Matemática;
- Investigações Matemáticas.

AVALIAÇÃO
O professor deve considerar as noções que o estudante traz, decorrentes da sua vivência, de modo a relacioná-las com os novos conhecimentos abordados nas aulas de Matemática.
- Capacidade de comunicar-se matematicamente, oral ou por escrito.
- Interpretação do texto matemático.
- Participação em produção coletiva.
- Os meios utilizados na resolução de um problema e no seu retrospecto.
      Ao superar as defasagens na aprendizagem, o aluno será dispensado da Sala de Apoio à Aprendizagem, abrindo vaga para outro aluno.

 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DIRETRIZES Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Parecer CNE/CEB n.04/98.

PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação do. Diretrizes Curriculares da Educação Básica. Matemática, Curitiba, 2008.

PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação do. Diretrizes Curriculares da Educação Básica. Língua Portuguesa, Curitiba, 2008.

PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação do. Superintendência da Educação. Instrução N.007/2011.

PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação do. Resolução n. 1690/2011-GS/SEED, 27 de abril/2011.

PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação do. Resolução n.2772/2011 – GS/SEED, Curitiba, 1º julho/2011.



sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Mensagem espírita: "Para ser feliz"

Ambiente Alunos 

Alunos da Sala de Apoio do 9º ano, turno matutino, Professora Marina Niceia Cunha, exploram o ambiente alunos, no Portal da Educação do Paraná.
O objetivo é, além de conhecer o ambiente alunos, escolher um texto para discutir em sala de aula e produzir uma modalidade textual a partir desse tema.

O acesso é feito pelo site www.alunos.diaadia.pr.gov.br


terça-feira, 31 de julho de 2012

É difícil defender,
só com palavras, a vida.

[João Cabral de Melo Neto]

Ilustre de acordo com sua interpretação.
Utilize recortes de imagens ou desenho de sua autoria.
Portal Educacional do Estado do Paraná

O ambiente ALUNOS no Portal Educacional do Estado do Paraná traz temas de interesse dos alunos.
É um ambiente colaborativo.

Endereço de acesso:

http://diaadiaeducacao.pr.gov.br/

http://www.alunos.diaadia.pr.gov.br/index.php

segunda-feira, 11 de junho de 2012

 Produção de texto de opinião a partir de textos de colegas.


Etapas desta produção:

1. Produção de texto a partir de imagens
2. Produção de texto de opinião a partir das produções dos colegas.
3. A próxima etapa será produção de história em quadrinhos a partir dos textos de opinião.

 Texto de opinião a partir de textos de colegas

Texto 1.
Quase todos os textos de meus colegas que li no blog, eu consegui me identificar porque falavam de natureza, pássaros, borboletas, da vida lá fora, e hoje as pessoas só pensam em matar animais e destruir florestas, não pensam na natureza bela que poderia ser.
Penso que as pessoas de hoje não cuidam da natureza, por isso que estamos sofrendo as consequências.
Portanto, é preciso que cada um cuide um pouco da natureza. Se cuidarmos bem dela, logicamente não sofreremos muito como agora no futuro.
Aluna: Patrícia Ferreira Meireles.

Texto 2
Todos sos textos me chamaram a atenção. O que eu mais gostei foi o texto 7, de M.A. das C., pois fala sobre uma excursão a um jardim com seus amigos.
No texto também dizia que o autor tinha gostado mais de uma calopsita e que eele tinha dado migalhas para os pássaros.
O autor dese texto afirma que na volta da excursão falou sobre todas as coisas que tinha visto. Sobre diversos tipos de frutas, muitas árvores e também flores.
Aluna: Vanuza Rocha Pontes

Texto 3

Os textos são bons e bem criativos, apesar de terem alguns erros de pontuação e ortografia, porém foram reestruturados pelos alunos e passados para o blog sem erros e estão melhores.
Então estão bem legais com bastante ideias, pois apresentam pássaros, falam de árvores, borboletas, manhãs frias de inverno.
Penso que as pessoas de hoje em dia acham que falar sobre a natureza é chato, mas na minha opinião, pode ser  chato, mas é ela que nos ajuda a viver com seus frutos, seu ar puro. E as pessoas deviam cuidar mais do nosso meio ambiente porque já viu alguém não gostar de ar puro, dos frutos que ela nos traz? Muitos gostam, mas poucos cuidam.
Portanto, é por causa disso que devemos cuidar da natureza melhor, pois ela é também nossa fonte de vida.
Aluna: Aline M. Ferreira

Os alunos permitiram a publicação de seus textos.


domingo, 27 de maio de 2012

Texto de opinião a partir de textos de colegas
Colégio Estadual de Marmeleiro-Ensino Fundamental e Médio
Sala de Apoio
9º ano
Turno: Matutino
Disciplina: Língua Portuguesa
Profª Marina Niceia Cunha

Conteúdo Estruturante: Discurso enquanto prática social
Conteúdos Específicos:  Leitura, Oralidade e Escrita

Objetivos
- Ler e analisar textos produzidos por colegas a partir de imagens.
- Redigir texto de opinião com base nos mesmos, expressando-se com clareza e coerência.
- Utilizar as normas convencionais da escrita.

Conteúdo
- Texto de opinião a partir de leitura de textos produzidos e publicados no blog.

Metodologia

- Leitura e pesquisa sobre textos de opinião.
- Leitura de textos dos colegas publicados no blog.
- Discussão e análise dos mesmos com a professora e colegas.
- Produção de texto de opinião.
- Reescrita.
- Publicação no blog.

Recursos
- Sites de pesquisa.
- Sala de informática.
- Biblioteca.
- Blog.
- Cadernos.

Avaliação
Espera-se que o aluno:
- Produza texto de opinião com coerência e coesão, observando paragrafação, pontuação, letra maiúscula, sequência de ideias.

Referências Bibliográficas
http:// marina-apoioaaprendizagem.blospot.com
SEED. Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa. 2008.







terça-feira, 15 de maio de 2012

Textos produzidos por alunos da Sala de Apoio a partir de imagens

Aula publicada neste blog
9º ano
Profª Marina

Texto 1.
Na minha casa pousou um pássaro muito bonito chamado de calopsita. Essa ave é muito dócil; ela pousou aqui em casa porque tem um belo jardim onde também habita outras espécies de pássaros.
O jardim da minha casa é muito florido com várias cores de flores, e o meu pai tem uma plantação de pinheiros que crescem depressa e onde pousam as pombas para fazerem ninhos.
Já a minha mãe gosta muito de borboletas e adora pegá-las pela sua beleza e leveza e uma delas pousou em sua mão.
No meu jardim veio mais dois pássaros que gosstaram de ficar sobre minhas lindas flores.
L.F.

Texto 2
Certo dia fui na casa de minha avó. Lá é lindo! Tem borboletas de várias cores que conta de seu jardim colorido que tem muitas flores lindas, como rosas, margaridas e orquídeas que dão brilho parao jardim.
Tem duas calopsitas que adoram brincar entre os galhos e flores. As calopsitas de minha avó nunca saíram de lá porque são bem cuidadas.
Assim é um dia feliz e colorido na casa de minha avó com a natureza sempre bela e sem destruição.
P.F.M.

Texto 3
Certo dia de uma manhã fria de inverno, eu levantei e saí lá fora. Vi uma calopsita que tinha pousado no meu jardim. Então a peguei e criei porque era muito novinha e dei comida e água.
E a calopsita viveu ali no meu jardim e ela ficou com as pombas que nasceram no fundo da minha casa em um pinheiro no meu jardim com muitas flores.
Foi assim que a calopsita sobreviveu ao frio do inverno junto com as pombas. No meu jardim até as pombas viveram sempre juntas com a calopsita.
M. H.dos S.P.

Texto 4
Num dia de muito sol fui visitar a casa de uma amiga. Lá fomos ver o jardim e fiquei impressionada com aqueles pássaros, flores e borboletas.
Começamos a brincar com uma calopsita muito boazinha. Depois fomos ver as borboletas; elas eram muito bonitas.
Estava ficando tarde, então, dei tchau a minha amiga e aos pássaros e fui para casa.
V.R.P.

Texto 5
Na minha casa pousou um pássaro muito bonito chamado calopsita. Essa ave é muito bonita e dócil. Ela pousou aqui porque tem um belo jardim onde também habita outras espécies de pássaros.
O jardim da minha casa é muito florido com várias cores de flores e o meu pai tem uma plantação de pinheiros que crescem  muito rápido.
Já a minha mãe gosta de borboletas e adora pegá-las pela sua leveza.
No meu jardim veio mais dois pássaros que gostaram de ficar sobre as minhas lindas flores.
E.F.

Texto 6
Na casa de minha avó havia um belo jardim com várias flores: rosas, tulipas, jasmins e orquídeas. Além desse jardim há também um viveiro atrás da casa de minha avó com calopsitas.
No dia em que fui visitar minha avó, ela soltou as calopsitas no jardim. Uma delas subiu na roseira e despedaçou as pétalas de rosas. \minha avó ficou furiosa, pois era o único botão de flor que havia na roseira e colocou a calopsita de volta no viveiro.
Ao fim do dia me despedi dela e fui para casa.
A.B.

Texto 7
Numa viagem de excursão a um quintal fomos eu e meus amigos.
Naquele local nós vimos muitas flores de diversos tipos e algumas frutas e outras árvores de sombra também.
Tinha ainda alguns pássaros, mas o que eu mais gostei foi uma calopsita que ficava para todos os lados e nós demos algumas migalhas para ela comer e ela comeu.
Voltando nós falamos de todas as coisas que vimos e foi muito legal aquela aventura.
M.A. das C.

Análise das produções.

Os textos foram reestruturados pelos alunos mediados por mim várias vezes.
 Os mesmos apresentavam problemas de ortografia, pontuação, paragrafação, coesão, coerência repetições, sequência de ideias, emprego de letras maiúsculas.
À medida que discutia com eles, percebiam o que poderiam melhorar.
Uns tinham mais dificuldade, e mesmo após mais de uma tentativa de reestruturação, ainda apresentam problemas na sua estrutura.
Observou-se que os alunos não tiveram dificuldade de relacionar as imagens para produzir a história.
Gostaram de fazer a atividade a partir das imagens publicadas neste blog.
A maior dificuldade foi convencê-los de que deveriam melhorar o texto na reestruturação, pois escrevem pouco e não têm esse costume.
A maioria deles criou a história tendo como pano de fundo a casa e o jardim da avó. (As imagens eram da da minha casa para que eles criassem a história).
Isso é compreensível, pois o ambiente que retratei é comum nos lares dos alunos, inclusive, dos avós.
Alguns não gostaram de ilustrar a história. Observou-se que poucos desenharam com prazer. As ilustrações foram apenas, obvias. Isso me deixou preocupada. Terei de investigar o por quê?
Pela dificuldade que os alunos apresentam, os textos são considerados bons.
A partir das dificuldades constatadas, utilizarei outras metodologias com o objetivo de saná-las.
É muito lindo observar que alguns constroem seu texto de forma poética e incluem sonhos e fantasias.




Conteúdos
Língua Portuguesa
Sala de Apoio
9º ANO
Turno: Matutino
 
ORALIDADE
- Argumentação
- Adequação vocabular considerando o contexto de uso.
- Expressão das ideias com clareza e coerência.
- Fluência e entonação na leitura respeitando a pontuação do texto.
LEITURA
- Tema, tese, argumentos do texto.
- Intencionalidade presente no texto.
- Informações explícitas e implícitas no texto.
- Marcas linguísticas no texto: coesão, coerência, função das classes gramaticais, pontuação, recursos gráficos como aspas, travessão e negrito.
- Efeitos de sentido do uso da linguagem figurada.
- Finalidade de diferentes gêneros textuais.
- Relações intertextuais.
- Elementos gráficos(não-verbais) na compreensão do texto.
- Grau de formalidade da linguagem em diferentes textos.
ESCRITA
- Clareza e coerência atendendo aos propósitos comunicativos do gênero.
- Escrita conforme a norma padrão, utilizando as regras ortográficas e de acentuação vigentes.
- Sinais de pontuação em favor dos efeitos de sentido que pretende provocar com o texto.
- Concordância e a regência verbal e nominal.
- Marcas da oralidade na escrita de textos, excetuando-se as situações em que o texto permite/exigem que essas marcas estejam presentes.
- Elementos coesivos (pronomes, adjetivos, conjunções...), substituindo e/ou suprimindo palavras repetidas no texto.
- Elaboração de textos atendendo as situações de produção (gênero, interlocutor, finalidade, suporte, esfera de circulação).

Referências Bibliogáficas
Indicação de conteúdos básicos. Língua Portuguesa. 6º e 9º ano. NRE Francisco Beltrão, 2012.
SEED. Diretrizes Curriculares para Educação Básica. Língua Portuguesa, 2008.

quinta-feira, 3 de maio de 2012


Produção de texto a partir de poema

Colégio Estadual de Marmeleiro-Ensino Fundamental e Médio
Disciplina: Língua Portuguesa
Profª Marina Niceia Cunha
9º ano - Sala de Apoio
Turno: Matutino
Conteúdo Estruturante: Discurso enquanto Prática Socail
Eixos: Leitura, Oralidade e Escrita
Produção de texto a partir do poema O Nariz

Objetivos

- Produzir texto de opinião após leitura e discussão do poema O Nariz, de Dalton Trevisan, relacionando-o com os padrões de estética da atualidade.
- Ler textos em revistas, jornais e sites que discutam "os moldes" de beleza atualmente.
- Assistir a programas de televisão que apresentam atrizes, atores e  modelos como símbolos de beleza.
- Pesquisar sobre os efeitos de uma cirurgia estética mal feita pode causar às pessoas.
- Discutir o belo e o feio através dos tempos.

Desenvolvimento

- A partir da leitura do poema O Nariz estabelecer relação de discussão sobre os padrões de estética na sociedade contemporânea que leva, inclusive, as pessoas a arriscarem a vida para se "tornarem mais bonitas".
- Ler em revistas, jornais ou sites opiniões sobre padrões de beleza.

Conteúdo

O Nariz

A moça feinha
junta com sacrifício
o dinheiro de operar o nariz

anestesia pouca
dão-lhe outra geral
sofre parada cardíaca
entra em coma

dias semanas meses
um simples vegetal

a mãe viúva à sua cabeceira
chora geme reza
uma lágrima suspensa
na vírgula do nariz

Metodologia

- Leitura do poema O Nariz, de Dalton Trevisan.
- Leitura e pesquisa dos conteúdos propostos nos objetivos.
- Entrevista com colegas e pessoas da comunidade.
- Apresentação e discussão em sala de aula.
- Organização de murais com os resultados da pesquisa.
- Produção de texto de opinião para publicar no blog da escola e jornal da região.

Recursos
- Laboratório de informática, biblioteca, murais, saguão da escola, tv pendrive, projetor de multimídia, cartazes, pincéis, cartolinas, papel A4 e pardo, xerox, revistas, jornais, livros, cadernos, canetas, lápis.

Avaliação

- Produção de texto de opinião com coerência e coesão, utilizando na argumentação os dados da pesquisa/ entrevista e conhecimentos que tenha sobre o assunto. Paragrafação. Pontuação. Emprego de letras maiúsculas e outras questões técnicas relacionadas ao texto.

Referências Bibliográficas

SEED. Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa.2008.
TREVISAN, Dalton. O Anão e a Ninfeta. Record. Rio de janeiro. São Paulo, 2011.






terça-feira, 17 de abril de 2012

Produção de texto a partir de haicai
Colégio Estadual de Marmeleiro-EFM
Disciplina: Língua Portuguesa
Profª Marina Niceia Cunha
Sala de Apoio
9º ano
Turno: Matutino
Conteúdo Estruturante: Discurso enquanto prática social
Eixos: Leitura, Oralidade e Escrita

Objetivos
- Ler a biografia de Helena Kolody e pesquisar haicais da poetisa.
- Produzir texto em prosa a partir de haicai.

Encaminhamento Metodológico
- Explicação sobre o que são haicais.
- Comentário sobre a vida da autora.
- Leitura e pesquisa de diversos haicais da autora.
- Apresentação dos haicais em forma de jogral.
- Produção de texto.
- Reescrita.

Conteúdo


Deus dá a todos uma estrela.
Uns fazem da estrela um sol.
Outros,nem conseguem vê-la.
Helena Kolody

Produção de texto

1. A partir da interpretação do haicai citado, escreva um texto em prosa.

2. Pesquisa
- Amplie seu conhecimento sobre haicai e respectiva origem.
- Biografia de Helena Kolody.

Avaliação
Espera-se que o aluno:
- Produza texto em prosa observando concordâncias, sequência de ideias, pontuação, paragrafação, letra maiúscula e minúsculas, início, meio e fim.

Referências Bibliográficas
Sites de Pesquisa

Tudo o tempo leva
A própria vida não dura
Com sabedoria
Colhe a alegria de agora
para a saudade futura.
(Helena Kolody)

quarta-feira, 11 de abril de 2012


A esperança engana, mente o sonho, eu sei.
Que mentiras lindas eu mesma inventei
e contei para mim.
Helena Kolody

terça-feira, 10 de abril de 2012

segunda-feira, 9 de abril de 2012


Tu és jovem.
Atender a quem te chama é belo,
lutar por quem te rejeita
é quase chegar a perfeição.
A juventude precisa de sonhos
e se nutrir de lembranças,
assim como o leito dos rios
precisa da água que rola
e o coração necessita de afeto.

Não faças do amanhã
o sinônimo de nunca,
nem o ontem te seja o mesmo
que nunca mais.
Teus passos ficaram.
Olhes para trás...
mas vá em frente
pois há muitos que precisam
que chegues para poderem seguir-te.
Charles Chaplin

quinta-feira, 5 de abril de 2012



Você sabe o que é trabalho em equipe?


A LIÇÃO DOS GANSOS

Quando você vê gansos voando em formação “V”, pode ficar curioso quanto às razões pelas quais eles escolhem voar dessa forma.
A seguir algumas descobertas feitas por cientistas.

1 – FATO – À medida que cada ave bate suas asas, ela cria uma sustentação para a ave seguinte. Voando em formação “V”, o grupo inteiro consegue voar pelo menos 71% a mais do que se cada ave voasse isoladamente.

VERDADE – Pessoas que compartilham uma direção comum e um senso de equipe chegam ao seu destino mais depressa e facilmente porque elas se apóiam na confiança uma das outras.

2 – FATO – Sempre que um ganso sai fora da formação, ele repentinamente sente a resistência e o arrasto de tentar voar só e, de imediato, retorna a formação para tirar vantagem do poder de sustentação da ave à sua frente.

VERDADE – Existe força, poder e segurança em um grupo quando se viaja na mesma direção com pessoas que compartilham um objetivo comum.

3 – FATO – Quando o ganso líder se cansa, ele reveza, indo para a traseira do “V”, enquanto um outro assume a ponta.

VERDADE – É vantajoso o revezamento quando se necessita fazer um trabalho árduo.
4 – FATO – Os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente e manterem o ritmo e a velocidade.

VERDADE – Todos necessitam ser reforçados com apoio ativo e encorajamento dos companheiros.

5 – FATO – Quando um ganso adoece ou se fere e deixa o grupo, pois outros gansos saem da formação e o seguem para ajudá-lo e protegê-lo. Eles o acompanham até a solução do problema e, então reiniciam a jornada os três ou juntam-se a outra formação, até encontrar o grupo original.

VERDADE – A solidariedade nas dificuldades é imprescindível em qualquer situação.

terça-feira, 3 de abril de 2012

MENTE ESTIMULADA
Como o professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los.

Cinthia Rodrigues
De todas as experiências que surgem no caminho de quem trabalha com a inclusão, receber um aluno com deficiência intelectual parece a mais complexa. Para o surdo, os primeiros passos são dados com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os cegos têm o braile como ferramenta básica e, para os estudantes com limitações físicas, adaptações no ambiente e nos materiais costumam resolver os entraves do dia-a-dia.

O que é a Deficiência Intelectual?

É a limitação em pelo menos duas das seguintes habilidades: comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho. O termo substituiu "deficiência mental" em 2004, por recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), para evitar confusões com "doença mental", que é um estado patológico de pessoas que têm o intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam temporariamente sem usá-lo em sua capacidade plena. As causas variam e são complexas, englobando fatores genéticos, como a síndrome de Down, e ambientais, como os decorrentes de infecções e uso de drogas na gravidez, dificuldades no parto, prematuridade, meningite e traumas cranianos. Os Transtornos Globais de Desenvolvimento (TGDs), como o autismo, também costumam causar limitações. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial tem alguma deficiência intelectual.

Por onde começar quando a deficiência é intelectual?

Melhor do que se prender a relatórios médicos, os educadores das salas de recurso e das regulares precisam entender que tais diagnósticos são uma pista para descobrir o que interessa: quais obstáculos o aluno enfrentará para aprender - e eles, para ensinar.

Há características comuns a estes deficientes?

Sim, no geral, especialistas na área sabem que existem características comuns a todo esse público. São três as principais dificuldades enfrentadas por eles: 1) falta de concentração, 2) entraves na comunicação e na interação e 3) menor capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado diferente. "Há crianças que reproduzem qualquer palavra escrita no quadro, mas não conseguem escrever sozinhas por não associar que aquelas letras representem o que ela diz", comenta Anna Augusta Sampaio de Oliveira, professora do Departamento de Educação Especial da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). As características de todas as outras deficiências você pode ver no especial Inclusão, de NOVA ESCOLA.

A importância do foco nas explicações de sala de aula

Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Qual o ponto de partida para a aprendizagem?

O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo.

O aluno deve acompanhar o grupo?

Sim, a meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, pode-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp.
Foi o que fez a professora Marina Fazio Simão, da EMEF Professor Henrique Pegado, na capital paulista, para conseguir a atenção de Moisés de Oliveira, aluno com síndrome de Down da 3ª série. "Ele não ficava parado, assistindo à aula", lembra ela. Este ano, em um projeto sobre fábulas, os avanços começaram a aparecer. "Nós lemos para a sala e os alunos recontam a história de maneiras diferentes. No caso dele, o primeiro passo foram os desenhos. Depois, escrevi com ele o nome dos personagens e palavras-chave", relata ela.

O papel da escrita e o uso de ilustrações

A falta de compreensão da função da escrita como representação da linguagem é outra característica comum em quem tem deficiência intelectual. Essa imaturidade do sistema neurológico pede estratégias que servem para a criança desenvolver a capacidade de relacionar o falado com o escrito. Para ajudar, o professor deve enaltecer o uso social da língua e usar ilustrações e fichas de leitura. O objetivo delas é acostumar o estudante a relacionar imagens com textos. A elaboração de relatórios sobre o que está sendo feito também ajuda nas etapas avançadas da alfabetização.
A professora Andréia Cristina Motta Nascimento é titular da sala de recursos da EM Padre Anchieta, em Curitiba, onde atende estudantes com deficiência intelectual. Este ano, desenvolve com eles um projeto baseado na autoidentificação - forma encontrada para tornar o aprendizado mais significativo. A primeira medida foi pedir que trouxessem fotos, certidão de nascimento, registro de identidade e tudo que poderia dizer quem eram. "O material vai compor um livro sobre a vida de cada um e, enquanto se empolgam com esse objetivo, eu alcanço o meu, que é ensiná-los a escrever", argumenta a educadora.

Como trabalhar a dificuldade de comunicação?

A falta de compreensão da função da escrita como representação da linguagem é outra característica comum em quem tem deficiência intelectual. Essa imaturidade do sistema neurológico pede estratégias que servem para a criança desenvolver a capacidade de relacionar o falado com o escrito. Para ajudar, o professor deve enaltecer o uso social da língua e usar ilustrações e fichas de leitura. O objetivo delas é acostumar o estudante a relacionar imagens com textos. A elaboração de relatórios sobre o que está sendo feito também ajuda nas etapas avançadas da alfabetização.
A professora Andréia Cristina Motta Nascimento é titular da sala de recursos da EM Padre Anchieta, em Curitiba, onde atende estudantes com deficiência intelectual. Este ano, desenvolve com eles um projeto baseado na autoidentificação - forma encontrada para tornar o aprendizado mais significativo. A primeira medida foi pedir que trouxessem fotos, certidão de nascimento, registro de identidade e tudo que poderia dizer quem eram. "O material vai compor um livro sobre a vida de cada um e, enquanto se empolgam com esse objetivo, eu alcanço o meu, que é ensiná-los a escrever", argumenta a educadora.

REFERÊNCIAS
http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/mente-estimulada-476374.shtml
Acessado: 03/04.2012

terça-feira, 27 de março de 2012

Texto de Opinião

SÓ BEBER NÃO É SE DIVERTIR
Tiago Banik
Gazeta do Povo

Existem tantas preocupações que a sociedade coloca nas cabeças - as drogas, aids, assaltos, gravidez na adolescência - mas o que ela menos fala é das bebidas alcoólicas. Tirando a parte "se beber não dirija", eu não vejo campanhas para criançasé pré-adolescentes não beberem, e o pior, vejo muitos conseguindo o álcool de forma fácil.
Para começo de história: você chega na balada e vê um monte de menores de idade frequentando o ambiente, algo que deveria ser proibido. Aos poucos começam a beber de forma exagerada e o resultado dessa noite são vários adolescentes passando mal. O pior que não é só com os homens que acontecem isoo, existem muitas mulheres que terminam a noite dessa maneira.
Porém, eu não vou fingir que sou um santo. Já bebi e algumas vezes até passei do limite, mas depois eu tive totl consciência do meu erro e sabia que estava tendo uma atitude totalmente errada.
Eu não saí no outro dia postando fotos minha segurando garrafas, nem comentando nas redes sociais o "PT" que tive no dia anterior, ao contrário de algumas pessoas que tem orgulho de ter esssa atitude, de esquecer o que fez na noite. Para esses seres beber é uma grande maneira de mostrar como são descolados do resto da sociedade.
E não adianta dizer que você bebe apenas para ficar mais solto, pois usar essa "desculpa" quer dizer que você é um ser muito fraco que não é capaz de controlar o seu próprio corpo e precisa de uma substâcia para chegar no estágio de liberdade.
Bom, ainda bem que nunca fui levado por esses impulsos e que sempre tive a noção que posso me divertir sem beber, consigo dar risadas e dançar no outro dia, consigo acordar disposto para uma próxima noite...E eu ainda me pergunto: Será que o álcool é tão bom assim como a maioria fala?

Thiago Banik, ator e modelo
GAZ+. Gazeta do Povro.17 a 23 de março 12.

A partir da leitura do artigo, escreva um texto de opinião sobre os males que pode causar o uso do álcool nos adolescentes.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Mate-doce na Sala de Apoio

Texto Instrucional

Gênero textual muito presente na sociedade atual.
Está nas bulas de remédio, receitas de comidas e médicas, como usar aparelhos domésticos e eletrônicos, programas de computador, catálogos de produtos de beleza, etc.
A intenção é ensinar as pessoas a aprenderem a manusear, tomar corretamente remédios, fazer um pratos diferentes, embelezar-se, enfim, contribuir para nos ajudar em diferentes situações, inclusive, de emergência.
A linguagem deve ser clara e objetiva.
Habitualmente se usam verbos no modo imperativo(misture, coloque, adicione, torre, sirva), ou com verbos no infinitivo(servir, acompanhar, preparar, misturar, etc.).

Enquanto isso na sala de aula...

É segunda-feira, 19/03, os alunos saborearam um gostoso mate-doce com leite durante as aulas.

Receita de mate-doce

Ingredientes
- Erva-mate
- Açúcar
- Leite
- Canela
- Cravo
- Cuia para chimarrão
- Garrafa térmica

Modo de fazer
Coloque a erva-mate na cuia.
Torre o açúcar e acrescente o leite, a canela e o cravo.
Ferva em fogo baixo ao ponto de não ficar tão quente.
Coloque o líquido numa garrafa térmica para não esfriar.
Sirva na cuia previamente preparada.

Pode acompanhar pipoca salgada ou bolacha.

Hummmmm que delícia!

Para seu conhecimento...

O mate-doce é tradição nos Estados do Sul(Paraná, Santa Cartarina e Rio Grande do Sul).

Poder ser tomado com leite ou apenas se adoça a água, acrescentando-lhe canela, cravo, casca de laranja, hortelã.

É comum em algumas casas, substituir-se o café pelo mate-doce, acompanhado de pães com chimia(doce de frutas), bolachas, queijos e salames.

Antigamente as mães costumavam fazer mate-doce para as crianças, enquanto saboreavam chimarrão.
Era uma forma de mantê-los quietos, enquanto elas conversavam com as vizinhas e faziam bordados, crochê e tricô.

As adolescentes se encontravam na casa de uma colega para tomar mate-doce e rolava o maior bate-papo sobre os inocentes namoros e conquistas, tudo aos cochichos, pois as mães estavam sempre de olho.

Devido a vida moderna, esse costume anda meio esquecido por algumas famílias. E as adolescentes trocaram o mate-doce por refrigerante.

Para você ler

LENDA DA ERVA-MATE
Uma tribo indígena nômade se deteve nas ladeiras das serras onde nasce o Rio Tabay. Quando retomou seu caminho, um dos membros da tribo, um índio velho e cansado pelos anos, ficou refugiado na selva, na companhia de sua filha Yaríi, que era muito bonita. Um dia, chegou, ao esconderijo do velho, um homem que possuía uma pele de cor estranha e que se vestia com roupas esquisitas, a quem receberam com generosidade.

O velho ofereceu ao visitante uma carne assada de acuti, um roedor da região e um prato de tambu, que é preparado com uma larva de carne branca e abundante que os Guaranis criam nos troncos de pindó.

Conta a lenda que o visitante era um enviado do Deus do Bem, que quis recompensar tanta generosidade proporcionando-lhes algo que pudessem oferecer sempre aos seus visitantes e que poderia encurtar as horas de solidão às margens dos riachos onde descansavam. Para eles, fez brotar uma nova planta no meio da selva, que chamou de Yaríi, deusa que a protegia, e confiou seus cuidados a seu pai, Cáa Yaráa, ensinando-lhe a secar seus ramos ao fogo e a preparar uma iguaria que poderiam oferecer a todos os que os visitassem. Desde então, a nova planta cresce, oferecendo folhas e galhos para preparar o mate.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Erva-mate - acessado: 20/03/12

Amplie seu conhecimento através da pesquisa
- Origem da erva-mate.
- Ciclo da erva-mate no Brasil.
- Tipos de erva-mate.
- Plantação de erva-mate no seu município.
- Produção das ervateiras no município.

Produção de texto
A partir da pesquisa e discussão em sala de aula, escreva um resumo.
A seguir, apresente para seus colegas.

Entrevista
- Converse com seus avós, pais ou pessoas que você conhece sobre os costumes e tradições do tempo da juventude.
Apresente as conclusões para os colegas.

O histórico da erva-mate, você pode conferir no seguinte endereço:
http://www.museuparanaense.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=62

Avaliação
Produção de texto:resumo.

terça-feira, 13 de março de 2012

Produção de texto a partir de imagens








Plano de Ação
Disciplina: Língua Portuguesa
Profª Marina Niceia Cunha
Sala de Apoio - 9º ano

Conteúdo estruturante:
Discurso como prática social

Objetivo:
- Diferenciar texto verbal e não-verbal.
- Produzir textos a partir de imagens do cotidiano.

Leia com atenção as imagens.
1. Organize as imagens de acordo com sua criatividade.
2. Produza um texto narrativo ou história em quadrinhos a partir de sua leitura.
3. De um título.

Encaminhamento Metodológico
- Apresentação das imagens na TV pendrive ou no blog.
- Explicação sobre a utilização de imagens ou fotos para produção de textos.
- Comentário das imagens com os alunos.
- Discussão sobre texto verbal e não-verbal.
- Reescrita textual.
- Leitura do texto para os colegas.

Recursos:
- Fotos, blog, TVpendrive, cartazes,mural.

Expectativa de Aprendizagem
Espera-se que o aluno:
- Compreenda o que é texto verbal e não-verbal.
- Apresente coerentemente suas ideias ao produzir o texto.
- Utilize vocabulário adequado ao texto produzido.
- Utilize adequadamente os recursos linguísticos no texto como ponto, vírgula, interrogação, exclamação, etc.
- Compreenda e utilize os elementos responsáveis pela coesão e coerência do texto.

Fotos e imagens - Jardim - Profª Marina
A sugestão está disponível. Por favor, me de o crédito.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Lenda

A mulher que queria ser imortal
Em certa cidade havia, há muitos e muitos anos, uma velha e rica senhora que, atacada de estranha loucura, queria se tornar imortal. Quanto mais envelhecia, mais se apossava dela o medo da morte. Rezava todos os dias e todas as noites, pacientemente, e tanto pediu a Deus que lhe concedesse a graça de não morrer que acabou conseguindo mais ou menos o que queria.

Conseguiu-o para seu mal, como se viu mais tarde.

O caso foi que um dia sonhou que um anjo de asas cintilantes descia do céu. Ela se encolheu assustada, e, ao mesmo tempo, esperançosa. Seu quarto havia se enchido de uma radiante claridade, como se de repente se tivesse transformado numa opala gigantesca brilhando ao sol. E quando o anjo falou, todas as coisas que faziam algum rumor, dentro da noite, os grilos, as aves noturnas, os carros, as pessoas que passavam falando alto ou assobiando, tudo se calou, tomado de espanto, tudo ficou escutando a mensagem do céu.

E o anjo falou:

- O senhor Deus ouviu teus rogos. Ele manda te dizer que faças construir uma igreja. Durarás tanto quanto durar essa igreja.

Disse e desapareceu.

A velha senhora acordou sobressaltada, e nem pôde mais dormir o resto da noite, de tanta impaciência. Mal o sol espiou o quarto, pelas frestas da janela, a velha se levantou e saiu. Todos a viram muito ativa o dia todo, dando ordens, arranjando empregados, indo daqui para ali, à procura de arquitetos. À tarde, soube-se que ela havia mandado construir uma igreja de pedra.

– Para que uma igreja de pedra? – perguntavam, estranhando, pois as igrejas da cidade eram de tijolo e cal, e duravam bastante, apesar disso.

E ninguém sabia dar resposta.

O espanto da gente que habitava a cidade cresceu, quando se soube que aquela velhota maluca, em vez de ficar em casa, calmamente, recostada em gostosa cadeira de balanço, contando histórias ao netinhos, ia todos os dias fiscalizar a construção da igreja, incitando os pedreiros, aos gritos:

- Andem depressa com isso. Quero ver a igreja pronta, senão morro.

Os pedreiros abriam a boca, pasmados, sem entender patavina daquele mistério.

No dia em que a igreja ficou terminada, a velha senhora deu uma festa e viram-na brincar e rir, como se fosse uma menina. E desde então ela ria muito, seguidamente, e passava com um orgulhoso ar de posse, diante da igreja de pedra, magnífica e quase eterna: a sua vida de pedra.

Os anos foram se passando, morreram todos os velhos do lugar, e só ela permanecia firme. Quando lhe vinham contar a morte de alguém, ela casquinava um risinho assim: "Oh! Oh! Eh! Eh! Eh!", como se dissesse para si mesma: "Comigo isso não acontecerá".

Com o tempo, sua família foi se extinguindo. Morreram-lhe os filhos, os netos, os bisnetos e os netos de seus bisnetos. Ela foi ficando sozinha no enorme palácio vazio, velha, velha, enrugada, estranha, irreconhecível. Não tinha mais com quem falar, pois morreram todos os seus conhecidos. E os moços, cujo espanto não tinha limites diante daquela velhinha infinita, não queriam saber de prosa com ela e tinham até medo de vê-la. A mulher já não contava os anos um por um. Contava por séculos. Fez trezentos, quatrocentos anos e depois passou a ter cinco, seis, sete séculos. Então começou a desejar e a pedir a morte, espantada com sua medonha solidão.

Porém a sentença de Deus estava dada: "Duraria quanto durasse a igreja de pedra".

Logo se espalhou pela cidade que a velha senhora tinha arranjado outra mania. Sentava-se à porta do seu belo palácio, e perguntava aos que passavam:

- A igreja de pedra caiu?

- Não, minha senhora – respondiam eles, admirados. – Não cairá tão cedo.

E ela suspirava:

- Ah! Meu Deus!

Passavam-se os anos, e ela perguntava cada vez mais ansiosa:

- Quando cairá a igreja de pedra?

- Oh, minha senhora, quem pode saber quanto tempo durarão as pedras uma sobre as outras?

E todos tinham muita raiva e muito medo dela, pois fazia tais perguntas, além de cometer o desaforo de não morrer.

A velha senhora foi, por fim, à casa do padre, contou-lhe tudo e pediu que a deixasse ficar num caixão, dentro da igreja, esperando a morte.

Dizem que está ali até agora, e reza sem parar, todos os minutos de todos os dias, pedindo a Deus que a igreja caia.

Referêcias
http://ifolclore.vilabol.uol.com.br/lendas/gerais/g_mulherimortal.htm - acesso 08.03.12