Quadro nenhum está acabado, disse certo pintor.
Se pode sem fim continuá-lo,
primeiro, ao além de outro quadro
que, feito a partir de tal forma,
tem, na tela, oculta uma porta
que dá a um corredor
que leva a outra e a muitas portas.
João Cabral de Melo Neto
terça-feira, 10 de abril de 2012
Não é o tempo que voa. Sou eu que vou devagar. Helena Kolody
Nenhum comentário:
Postar um comentário